Institucional

 

Conheça o histórico da Viação Nordeste

É fundada em NATAL - (RN) a Sociedade por Cotas de Responsabilidade Limitada, que passa a girar sob a denominação VIAÇÃO NORDESTE LIMITADA, constituída exclusivamente por membros diretos de uma única família - característica que mantêm-se até hoje - , sendo os seus integrantes: SEVERINO TOMAZ DA SILVEIRA - patriarca - (ex- "chauffer" de praça), egresso de findo contrato para o transporte de pessoal civil e militar norte-americanos entre a Capital norteriograndense e a Base Aérea de " Parnamirim Field", durante o desenrolar da 2ª grande guerra, e, posteriormente, motorista de caminhões "mistos" e primeiras jardineiras, no nordeste denominadas de "marinetes"; MARIA ASSUNÇÃO DA SILVEIRA, sua dedicada esposa que, além das tarefas domésticas e o cuidado com a educação dos filhos, também era responsável pela cozinha e alimentação dos poucos e dedicados empregados da futura empresa.

 

Os filhos HAMILTON TOMAZ DA SILVEIRA e AILTON SILVEIRA - como contorcionistas, tinham que conciliar as tarefas escolares com a prematura responsabilidade de ajudar o pai na administração dos negócios. O objeto social à época era a exploração de uma única linha Interestadual (NATAL - FORTALEZA) e duas outras Intermunicipais - NATAL - MOSSORÓ e sua congênere NATAL - AREIA BRANCA, ambas circunscritas ao Estado do Rio Grande do Norte. A "frota" operante não passava de meia dúzia de ônibus com carrocerias CIFERAL, montadas sob chassis Mercedes-Benz O-312. Àquela época, o eixo rodoviário NATAL - MOSSORÓ - FORTALEZA, palmilhado via BRs-101-226-304 e 116, não contava com mais de 100 (cem) quilômetros de asfalto e, ao longo desse itinerário durante as estações invernosas, inúmeros rios, açudes e córregos rasgavam literalmente o leito carroçável, se fazendo necessário um ou mais transbordos (baldeações), de sorte tal que para se percorrer pouco mais de 500 quilômetros, levava-se quase dois dias, e isso tudo, com a inestimável ajuda do pessoal e das pesadas máquinas do 1º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército (1º BECnst) que, em seus canteiros de obras preparando o solo para receber o cinturão negro do asfalto, ajudavam graciosamente o desatolamento de todo tipo de veículos.